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9 países para você estudar de graça (ou quase isso!)

quinta-feira, 9 de julho de 2020 Nenhum comentário


Oi, gente, tudo bem?

Hoje venho trazer para voces 9 paises em que é de graça (ou quase) para estudar, pelo site "Estudar Fora". 

Confira!

Estudar de graça na Alemanha


Desde outubro de 2014, todas as universidades alemãs não cobram tuition fees de nenhum aluno, incluindo estudantes estrangeiros, tanto para cursos de graduação quanto programas de mestrado integrados. A exceção é a universidade de Daden-Würtemberg, que atualmente cobra 1.500 euros (cerca de R$ 6.500) por semestre de alunos estrangeiros .

Em algumas universidades federais, cobra-se uma contribuição semestral e/ou taxas administrativas (na casa de 50 euros, ou R$ 217 aproximadamente). 

Mestrado


Os cursos de mestrado separados (aqueles que não acontecem no ano final de um programa de graduação) via de regra são cobrados na Alemanha. No entanto, eles acabam sendo mais baratos do que em outros países europeus. 

PhD


Já os programas de PhD na Alemanha costumam ser gratuitos. Em alguns casos, os alunos só pagam a partir do segundo semestre, mas mesmo nesses casos paga-se uma contribuição de 150 a 200 euros (R$ 650 a R$ 870) por semestre. O mais comum, porém, é que os alunos do PhD trabalhem num projeto de pesquisa ganhando salário, ou ganhem uma bolsa para estudar.

Custos


No entanto, além dos estudos, há as despesas com custo de vida. E estudantes na Alemanha gastam cerca de 500 a 800 euros (R$ 2.170 a R$ 3.470) por mês com alimentação, transporte, acomodação e outras despesas. Geralmente, o governo alemão exige 8.000 euros para um ano de quem quer estudar no país. O governo também autoriza universitários brasileiros a trabalhar 120 dias por ano em tempo integral ou 240 dias meio período.

Estudar de graça na Áustria


Custo


Para alunos estrangeiros, as universidades públicas ou federais da Áustria cobram apenas cerca de 360 a 720 euros (R$ 1.560 a R$ 3.150) por semestre de tuition fees, segundo o Study in Austria. 

Há ainda uma taxa de 19,20 euros (cerca de R$ 83) referente à participação na união de estudantes do país, e a um seguro contra acidentes para estudantes.

Mesmo nesses casos, há oportunidades de isenção ou de reembolso para essas taxas. Essas oportunidades existem para participantes de determinados programas de intercâmbio, para membros de universidades parceiras ou para cidadãos de países em desenvolvimento (categoria na qual o Brasil é frequentemente incluído). No entanto, é preciso verificar essas oportunidades individualmente em cada universidade e para cada curso.

Bolsas de estudo 


Fora isso, há também oportunidades de bolsas de estudo no país. Uma lista dessas oportunidades pode ser vista aqui. Algumas delas cobrem, além dos custos de estudo, os custos de vida no país, que ficam na casa de 950 euros (R$ 4.150) por mês.
Estudar de graça na Noruega
Segundo o site Study In Norway, universidades e faculdades estatais da Noruega via de regra não cobram tuition fees dos alunos, incluindo estudantes estrangeiros. Isso se aplica a todos os níveis, incluindo graduação, mestrado e doutorado. No entanto, os estudantes devem contribuir com uma taxa de 300 a 600 coroas norueguesas (cerca de R$ 133 a R$ 266) por semestre.

Ainda assim, algumas instituições públicas da Noruega podem cobrar tuition feespara alunos matriculados em alguns programas específicos, em geral no nível de mestrado. E a maioria das instituições privadas cobra tuition fees em todos os programas. Mesmo nesse caso, elas costumam ser menores do que em outros países para cursos do mesmo nível, e as taxas para alunos estrangeiros não são maiores do que para noruegueses.

Custos 


Por outro lado, o custo de vida na noruega é mais alto. Estudantes podem esperar gastar de 90 mil a 100 mil coroas noru

A Finlândia é uma das nações com melhor qualidade de ensino e de vida do mundo. E segundo o site Study in Finland, alunos de cursos de PhD não pagam tuition fees. O mais comum é que eles recebam salário ou bolsas de estudo enquanto atuam como pesquisadores.

Mestrado e graduação


Para cursos de mestrado e graduação, porém, tanto as instituições públicas quanto as privadas cobram tuition fees desde o segundo semestre de 2017. Mesmo assim, em alguns casos, é possível ficar isento dessas taxas. Esta página mostra alguns casos em que é possível obter isenção.

E, mesmo que você precise pagar, há também oportunidades de bolsa para as instituições do país. Elas precisam ser verificadas em cada universidade, e para cada curso, no entanto. Uma lista das universidades finlandesas pode ser vista aqui.

Além disso, o aluno precisará arcar com seus gastos pessoais. Segundo o site, esses gastos variam entre 700 e 900 euros por mês (R$ 3.000 e R$ 3.900). Mas o país permite que universitários não europeus trabalhem 25 horas por semana durante o período letivo, o que pode ajudar. O site da embaixada da Finlândia no Brasil oferece também diversas informações em português para quem pretende estudar lá.
Estudar de graça (ou quase) na Suécia
Assim como na Finlândia, os estudantes estrangeiros na Suécia não precisam pagar tuition fees para programas de doutorado. O mais comum é que eles recebam salário ou, ao menos, uma bolsa de estudos.

Graduação e mestrado


No entanto, no caso de programas de graduação ou mestrado, essas taxas podem ser aplicadas. Mesmo assim, o site Study in Sweden mostra uma lista de universidades que oferecem bolsas de estudo para alunos estrangeiros.
O custo de vida no país, por sua vez, fica em torno de 8.370 coroas suécas (ou mais ou menos R$ 3.400) por mês incluindo alimentação, acomodação e transporte.
Estudar de graça (ou quase) na Islândia
Para quem não se incomoda com clima frio, a Islândia é outro país nórdico em que dá para fazer faculdade pagando pouco.

O país tem sete universidades, quatro das quais são públicas. E, nelas, segundo o QS, não são cobradas as tuition fees — apenas uma taxa administrativa de registro, que custa cerca de US$ 600 por ano. Convertendo e tirando a média, dá cerca de R$ 200 por mês para estudar numa universidade islandesa.

Custo de vida


Por outro lado, o custo de vida no país pode ser proibitivo, mesmo considerando os preços baixos que se paga para estudar. Há, no entanto, pelo menos duas universidades que concedem bolsas de estudos a alunos internacionais. As bolsas, segundo o site Study in Iceland, são oferecidas também pelo ministério de Educação, Ciência e Cultura da Islândia, e variam a cada ano.
Estudar pagando pouco na Espanha
Assim como em diversos outros países, as universidades da Espanha se dividem entre as públicas e as privadas, sendo que aproximadamente um terço delas são públicas. E nessas instituições, é possível fazer uma graduação por um preço comparável ao de universidades privadas no Brasil.

Em universidades públicas, como a Universidade de Barcelona, a Universidade Autônoma de Barcelona e a Universidade Autônoma de Madrid, os cursos de uma graduação ficam em torno de €1.500 por ano. Mesmo na conversão atual, com o real desvalorizado, isso dá aproximadamente R$ 9.000 por ano, ou cerca de R$ 750 por mês.

Naturalmente, ainda é necessário inserir nesse cálculo o custo de vida. Em cidades como Madrid e Barcelona, ele não é barato, chegando a ser mais caro que capitais brasileiras (segundo o Expatisan). 

No entanto, também há universidades públicas em cidades do interior do país, como a Universidade de Valência e a Universidade de Granada. E, nessas outras cidades, o custo de vida é bem menor.

Pós Graduação na França


A França possui mais de 76 cursos de graduação em inglês, mas a maioria é oferecida por universidades particulares e costuma ser cara. Já para quem procura pós-graduação, há preços bastante atrativos.


Mestrado


O mestrado de engenharia de nanotecnologia da Universidade de Lyon, por exemplo, custa cerca de 500 euros por ano (mesmo para estudantes não europeus), já com o seguro saúde incluso. O curso tem duração de dois anos e as aulas são em inglês.

Pós Graduação


Já a pós-graduação em Estudos Culturais Comparados da Universidade Jean Moulin, em Lyon, custa 250 euros e tem duração de dez meses.

Segundo o governo francês, o universitário precisa de 430 euros por mês para se manter enquanto estuda no país. Alunos internacionais podem trabalhar até 964 horas ao ano na França, o que corresponde a 60% da carga horária de uma pessoa com emprego em tempo integral.

Portugal – pós com ótimos preços


Assim como a França, a maioria dos cursos de graduação em Portugal têm custo elevado. Contudo, para quem busca pós-graduação, o país pode ser uma excelente opção. O mestrado em Energia Sustentáveis, do Instituto Politécnico do Porto, por exemplo, custa 950 euros (R$ 4.150) ao ano e dura dois anos.



Gostaram? Entre em contato se quiserem saber mais sobre um programa em especial. 
Até o próximo post!!

Faculdade oferece bolsa de estudos no Canadá

terça-feira, 30 de junho de 2020 Nenhum comentário
Oi, gnte, tudo bem? 



 

Olha que oportunidade incrível eu achei no oicanada.com! 

O Alexander College, localizado em Vancouver, British Columbia, está oferecendo bolsa de estudos de até CAD $5.000 para cursos começando em setembro de 2020 e janeiro 2021. 

A bolsa está disponível para interessados em programas com duração de dois anos — conhecidos como “Associate Degrees” — mas que precisam ou gostariam de estudar inglês antes de encarar uma formação profissional no college. 

Direito a trabalho

É importante lembrar que os alunos dos programas acadêmicos com duração de dois anos do Alexander College podem conseguir permissão de trabalho válida por até três anos após a graduação — o famoso Post Graduation Work Permit ou PGWP. E isso vale para vários cursos oferecidos pelo Alexander College nas áreas de Economia, Psicologia, Negócios (Administração), Ciências Humanas e Sociais e ainda Ciências Exatas e da Natureza. Os alunos também podem trabalhar 20 horas por semana enquanto estudam e em tempo integral durante as férias. 

Como funciona a bolsa

A bolsa funciona assim: após a matrícula em um Associate Degree com início para setembro de 2020 ou janeiro de 2021 e o pagamento do depósito que irá cobrir meio ano de estudos (CAD $8.700), o aluno leva grátis cerca de três meses de aulas de inglês, de qualquer nível. No total, serão 14 semanas de aula e uma economia que pode chegar a até CAD $5.000! 

A carga horária semanal do programa de inglês varia de acordo com o nível do estudante. Para os alunos dos níveis básico e intermediário, são 20 horas de aulas por semana que ficam como presente, enquanto o pessoal do intermediário-avançado ou do avançado ganha o equivalente a 15 e 10 horas de aulas gratuitas por semana, respectivamente. 

E o melhor é que os alunos poderão estudar o inglês online de setembro a dezembro, enquanto ainda estão no Brasil, economizando passagem, hospedagem e tudo mais que seria gasto se já estivessem longe de casa. E assim, quando desembarcarem no Canadá no ano que vem, terão adiantado três meses de inglês e, dependendo do nível, podem já estar prontos para iniciar o programa acadêmico. 

Como fazer?
Quer saber mais detalhes ou partir logo para a sua inscrição? Escreva, então, para a representante brasileira do Alexander College, a Rafaela Borges, pelo email rafaela@alexandercollege.ca e prepare-se para dar um grande salto na qualidade da sua vida!

Universidade na Califórnia oferece cursos de férias

terça-feira, 23 de junho de 2020 Nenhum comentário
Olá, tudo bem com vocês?! 




Hoje venho trazer para vocês essa notícia incrível postada pelo canaldointercambio: Universidade na Califórnia oferece bolsas de R$ 16 mil nos seus cursos de férias! 

A California State University, Northridge oferecerá a estudantes brasileiros bolsas de estudo para seus cursos de curta duração, realizados nos meses de janeiro e julho. O Sistema Universitário Público é o maior dos EUA, contando com 23 campi no estado da Califórnia, e o campus no qual os cursos são ministrados fica a apenas 30 minutos de Hollywood.

O aluno pode escolher entre 4 programas: 

Communication, Design & Innovation, Digital Companies & E-Business Revolution, Design Thinking & Innovation e Leadership in an Age of Disruption. Todos têm duração de 3 semanas e são destinados a alunos de graduação ou profissionais graduados com interesse nas áreas de Marketing, Comunicação, Administração e Marketing Digital.

Com a bolsa de 50%, o investimento é de US$ 3.240 e pode ser parcelado em até 16x. Em conjunto ao programa, é oferecido um módulo gratuito de Business English, onde o inglês é aplicado no contexto empresarial.

As aulas acontecem de segunda a quinta-feira, e os alunos têm as sextas-feiras e fins de semana livres para lazer ou atividades indicadas pelos professores. As salas de aula são formadas por profissionais de diversos países, permitindo que o aluno forme um networking internacional. E para que a imersão na realidade de negócios globais seja completa, além do conteúdo teórico, o programa oferece visitas a empresas e conversas com executivos locais.

Como participar do processo

O processo seletivo é organizado pela escola de negócios IBS Americas. Para realizar sua inscrição, o candidato deve entrar na página da universidade (clique aqui), escolher o curso desejado e preencher o Application Form. A partir do formulário enviado, a equipe da IBS Americas retornará com o resultado da candidatura, por e-mail ou telefone, em até duas semanas.

Em caso de dúvidas, é possível contatar a equipe pelo e-mail info@ibs-americas.com.

Problemas no link? Acesse bit.ly/CSUNCanalIntercambio

CAPES oferece 1.800 bolsas de estudo no país

terça-feira, 16 de junho de 2020 Nenhum comentário
Olá, tudo bem com vocês?!



Preparem-se porque vem notícia boa por aí: A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou hoje (1º) o Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação-Parcerias Estratégicas nos Estados.

Ele vai ofertar 1.800 bolsas para a formação profissional e o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do país.

A Portaria nº 68/2020, com as informações do novo programa, foi publicada no Diário Oficial da União. O programa será implementado mediante parceria com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) e visa fortalecer os programas de pós-graduação criados a partir de 2013 que passaram por apenas um processo avaliativo da Capes.

De acordo com a FAP do Ministério da Educação, serão apoiados programas emergentes que sejam estratégicos nos estados e atuem em áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento científico e tecnológico nas regiões onde se encontram. 

Para a Capes, o projeto vai contribuir de forma significativa para o desenvolvimento regional, reduzindo assimetrias e possibilitando alavancar potencialidades específicas existentes nos estados.

A definição de áreas prioritárias será feita em conjunto pelas FAPs e as instituições de ensino superior nos estados que, também, vão propor os indicadores para acompanhamento dos resultados. 

Acordos de cooperação

Após a seleção dos projetos por edital específico, a Capes firmará acordo de cooperação com essas fundações e os convênios também poderão envolver entidades privadas ou do terceiro setor.

Os valores a serem investidos pela Capes levarão em conta, por exemplo, a contrapartida de cada FAP e a localização geográfica do projeto. No mínimo, 30% dos recursos serão aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com exceção do Distrito Federal. O programa prevê ainda a concessão de bolsas e pagamento de auxílios financeiros.

As FAPs, por sua vez, além de oferecerem bolsas, darão uma contrapartida que deverá ser, prioritariamente, em valores que correspondam a um percentual mínimo do total financiado pela Capes para a execução dos respectivos Planos de Desenvolvimento.

Fonte da matéria: otempo.com.br

Cursos online como passaporte para trabalho e imigração no Canadá? Confira!

terça-feira, 9 de junho de 2020 Nenhum comentário
Olá, tudo bem com vocês?



Hoje venho trazer para vocês essa novidade incrível do site oicanada! 

Um dos mais populares caminhos de imigração no Canadá tem sido o estudo em período integral que dá direito a trabalho após a formação. Com um emprego, a pessoa passa a ter a famosa “experiência canadense” e a partir daí fica aberta a possibilidade de imigração. Mas em tempos de escolas fechadas, o governo precisou mudar as regras, abrindo a possibilidade de cursos on-line também serem aceitos como qualificação para uma permissão de trabalho. 

Essa rota de imigração se dá através do PGWP (Post-Graduation Work Permit). Neste programa, os alunos precisam fazer um curso de pelo menos oito meses de duração em uma escola reconhecida pelo governo e que lhes garanta, ao final, um algum tipo de certificação oficial.

Depois disso, os estudantes ficam liberados para trabalhar por até três anos no país e, na sequência, entrar com um processo de imigração que, na grande maioria dos casos, acaba com final feliz.

Como funciona
A grande mudança agora é que os interessados em seguir esta trilha poderão começar seus cursos online, adiantando (e barateando) assim o processo todo. E já a partir do próximo semestre.

No total, os estudantes poderão fazer até 50% do curso online sem afetar o restante do processo de trabalho e imigração, mas desde que a pessoa entre no Canadá antes do último dia de 2020.

Tudo isso significa uma grande oportunidade para se gastar menos com acomodações, alimentação, seguro saúde etc enquanto se faz mais da metade do curso e deve representar um volume significativo de interessados. Portanto, é hora de pesquisar e fazer matrícula, antes que as vagas sejam preenchidas. 

Acesse aqui a ferramenta oficial do governo com a lista completa das escolas que reconhecidas pelo governo para participação no PGW. Para saber mais sobre as mudanças temporárias e o estudo online, clique aqui.

Webinar gratuito sobre estudos no exterior

terça-feira, 2 de junho de 2020 Nenhum comentário
Olá, tudo bem com vocês?!




Se você gostaria de saber um pouco mais sobre estudar fora, fica ligado: o IBEU promoverá hoje um webinar gratuito com conselheira de universidade americana!

No dia 2 de junho, às 12h, o Ibeu irá promover o webinar gratuito “Choosing a university: Finding Your Fit“, voltado para quem sonha em estudar em uma universidade americana, mas ainda tem dúvidas sobre o processo de admissão.

A apresentação será feita por Kerryn Johnson, Conselheira de Admissões Internacionais da University of Wisconsin-Stout, e contará com a participação de uma aluna brasileira da instituição.

Kerryn é Mestre em Liderança Educacional e responsável por ajudar os estudantes no processo seletivo para a University of Wisconsin-Stout, que oferece  49 programas de graduação e 22 de pós-graduação em 6 áreas distintas: Design Artístico e Gráfico, Negócios e Gestão, Educação, Ciências Humanas e Sociais, Tecnologia da Informação e Comunicações, e Engenharia e Matemática.

A ideia da apresentação é abordar aspectos do processo de admissão de alunos estrangeiros em universidades americanas. Uma aluna brasileira da instituição também vai participar.

Os interessados em assistir ao webinar devem acessar o Google Meet através do link: meet.google.com/zzj-skqw-nhi.

Fonte: CanaldoIntercambio

Conheça estudantes de intercâmbio do exterior e como o planejamento deles mudou, graças ao COVID-19

segunda-feira, 25 de maio de 2020 Nenhum comentário
Oi, gente, tudo bem??


Com o coronavirus a vida de estudantes que estavam com bolsas de estudos no exterior programadas mudou completamente. Trouxe hoje uma matéria postada pelo statenews com o testemunho do que alguns jovens passaram/estão passando nessa fase difícil. Confira!

Embora muitos estudantes do estado de Michigan tenham ficado desapontados porque seus estudos no exterior foram cancelados, eles disseram que entenderam o porquê.

"Conheço um punhado de pessoas que também estudariam no exterior neste verão e estão desapontadas por não dar certo", disse Claudia Andre, estudante de administração hoteleira, em um e-mail. "Todos fizemos as pazes porque sabemos o tamanho de uma questão que é COVID-19 e a importância de ficar em casa. ”

Claudia Andre estava programada para ir para a Austrália neste verão, mas em resposta à pandemia do COVID-19, todos os programas de educação no exterior da MSU para os semestres de primavera e verão foram suspensos.

Os estudantes que já estavam no exterior quando a decisão foi tomada tiveram que retornar aos EUA o mais tardar em 17 de março e a maioria foi examinada pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA ou ambos, na chegada, de acordo com site do Office for Education Abroad.

“A educação no exterior da MSU certamente continuará sendo uma oportunidade para os alunos quando essa situação sem precedentes desaparecer", disse Cheryl Benner, gerente de comunicações do Office for Education Abroad, em um e-mail. "No entanto, é difícil dizer o que o futuro reserva em termos de precauções de saúde e segurança. Contaremos com a consultoria especializada do RSAC (Comitê de Avaliação e Risco da MSU) para essas recomendações. ”

Benner disse que a decisão de suspender todos os programas foi tomada pelo reitor interino após uma recomendação do RSAC.

Esta não é a primeira vez que estudos no exterior foram cancelados pela MSU. Nos últimos anos, os programas em Hong Kong, Turquia, Israel, México, Mali e Egito foram interrompidos devido à agitação política ou ao rápido crescimento do crime e da violência, disse Benner.

"Essas suspensões são sempre devidas a razões de segurança e proteção", disse Benner. "Isso obviamente incluiria coisas como a pandemia global deste ano, mas também foram suspensos programas para ... outros problemas de saúde, como a gripe suína em 2009, a SARS em 2003 e a febre aftosa em 2001".

Depois de aprender sobre a decisão da universidade, o segundo aluno de relações sociais e políticas, Troy Distelrath, disse que se sentiu desapontado por seu estudo no exterior se tornar uma oportunidade perdida.

Distelrath estava se preparando para estudar na Universidade Hebraica de Jerusalém durante o verão com o James Madison College, e disse que ele e seu melhor amigo planejaram a viagem por um tempo.

“Além da oportunidade única de estudar em uma das cidades mais antigas do mundo, estou muito decepcionado por perder a chance de fazer isso com meu melhor amigo, Parker, que foi aceito no programa. também ", disse Distelrath em um e-mail." Estávamos planejando ir juntos há pouco mais de um ano, quando recebemos as notícias. ”

Seu amigo, o inglês e estudante de economia Parker Renberg, reiterou o mesmo sentimento e também disse que talvez não possa estudar no exterior no futuro.

"Não descarto estudar no exterior no futuro, mas acho improvável neste momento", disse Renberg em um e-mail. "Meu amigo e eu não teremos horários que se alinham no próximo verão e não tenho certeza se ainda ser elegível para algumas das bolsas para as quais me inscrevi. ”

Marissa Murphy, que deveria ir a Londres neste verão, disse que estava com o coração partido por perder esta oportunidade educacional.

"Eu estava ansioso para conhecer uma nova cultura", disse Murphy em um e-mail. "Eu também estava ansioso para aprender como a indústria de embalagens opera em um país diferente e para visitar as fábricas e apenas explorar em geral".

No entanto, Murphy disse que planeja participar do mesmo programa no próximo verão.

Para a estudante de negócios Olivia Andre, cursar Direito, Ética e Sustentabilidade em um programa de educação no mercado global emergente no exterior seria sua primeira vez fora dos EUA.

"Eu estava ansioso para não apenas estar na Grécia e experimentar tudo o que tinha para oferecer, mas também estar fora do país pela primeira vez", disse Olivia Andre em um email.

Benner disse que a universidade está trabalhando para mudar os estudos de primavera no exterior para as faculdades da MSU, além de emitir reembolsos para estudantes cujos programas foram interrompidos. Os estudantes que ainda não haviam saído para seus programas já receberam reembolso pelas taxas de inscrição e pelos depósitos de confirmação.

"Para os estudantes do semestre da primavera que estavam no exterior quando a suspensão foi anunciada, estamos trabalhando para obter aprovação para um pacote de reembolso", disse Brenner. "Atualmente, o Escritório de Educação no Exterior só tem autorização para reembolsar os custos adicionais incorridos de passagem aérea. As informações serão seja comunicada diretamente aos alunos impactados o mais rápido possível. "

Os estudantes que se inscreveram nos programas de estudos de outono no exterior estão sendo instruídos a serem o mais flexíveis possível e a ter um plano de backup apenas por precaução, disse ela.

"A partir de agora, todos os programas de educação no exterior do semestre 2020 estão ocorrendo conforme o planejado", disse Benner. "Existe a possibilidade de que eles sejam suspensos, mas isso será determinado pelo reitor em consulta com o RSAC, que continua monitorando a situação."

Schwarzman Scholars: Bolsas integrais para mestrado em inglês na China

segunda-feira, 18 de maio de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem?



Hoje trouxe pra vocês uma oportunidade, postada pelo estudarfora, sobre bolsa de estudos na China! Confira!

Estão abertas até o dia 22 de setembro as inscrições para o programa Schwarzman Scholars, que oferece bolsas de estudo integrais para cursos de mestrado na Universidade de Tsinghua, localizada em Pequim e considerada a melhor universidade entre os países emergentes.


Sobre o programa 


O mestrado tem a duração de um ano e é possível escolher entre três áreas de estudo: Políticas Públicas, Economia e Negócios, e Estudos Internacionais. Não é necessário ter formação prévia em nenhuma dessas áreas para concorrer, nem dominar mandarim, já que todas as aulas serão em inglês.

O que o Programa Schwarzman Scholars inclui


As bolsas de estudo cobrem todos os custos do mestrado e incluem também passagens áreas para a China, moradia no campus universitário, alimentação, seguro-saúde, um computador pessoal e uma quantia mensal para gastos pessoais de U$ 4.000.

São elegíveis candidatos que tenham mais de 18 e menos de 29 anos (até 1 de agosto de 2020), graduação completa e proficiência na língua inglesa, que deve ser comprovada por meio de exames como TOEFL (com nota mínima de 100 no teste iBT , ou de 600 no teste em papel ) ou IELTS (cuja nota mínima, para o programa Schwarzman, é 7).


Inscrição


Os interessados devem enviar três cartas de recomendação, dois essays (um personal statement com detalhes sobre as habilidades de liderança do estudante, e um texto sobre atualidades), além de histórico escolar completo e currículo. Opcionalmente, também podem gravar um vídeo de até um minuto apresentando-se.

Os selecionados para a rodada de entrevistas do processo serão comunicados no meio de outubro. Nesse caso, as entrevistas acontecem pessoalmente, em Pequim, Londres, Nova York ou Bangkok, e o estudante deve ter um passaporte válido para embarcar. Como detalha o FAQ do programa Schwarzman, essas conversas são conduzidas por cinco ou seis panelistas e duram 25 minutos, em média. As despesas relacionadas a essa etapa também são cobertas pela iniciativa, incluindo passagens aéreas e hospedagem em hotel na cidade de destino.

Mais informações sobre cada uma das etapas e dos requisitos para a candidatura podem ser vistas neste documento (pdf). E neste link, é possível ver um exemplo de como a sua candidatura deve ser. As inscrições vão até 22 de setembro.


Em busca de novos líderes globais


“Estamos à procura de candidatos com características muito específicas. Além de serem intelectualmente curiosos, eles devem estar dispostos a assumir riscos, ampliar sua visão de mundo e construir suas capacidades profissionais por meio de uma imersão na cultura e na sociedade chinesa”, afirmou o diretor global de admissões do programa Schwarzman Scholars, Rob Garris.

Ainda segundo Garris, “os candidatos de sucesso, seja em políticas públicas, negócios, ciências ou artes, são jovens que já começaram a demonstrar a habilidade para liderar, produzir resultados em suas áreas, e mostrar compromisso com a criação de bom entendimento entre povos com perspectivas diferentes”.

E o coronavírus?


Apesar das dificuldades provocadas pela pandemia, o programa Schwarzman Scholars continua acontecendo. A organização publico, em fevereiro, algumas das medidas que vinha tomando para garantir a segurança de seus estudantes. Embora o curso tivesse planos para mudar o campus para outro país, as restrições de viagem e deslocamento tornaram difícil realizá-los. Por isso, as aulas dos atuais estudantes continuaram a ser ministradas no formato online.

Por enquanto, a organização continuará a realizar normalmente o processo seletivo para a próxima turma e a acompanhar a situação para voltar à experiência normal de aulas. “Esperamos ainda voltar ao Schwarzman College para terminar o ano acadêmico e realizar a formatura”, a organização comunicou. Portanto, para quem pensa em se candidatar para a próxima edição do programa — que afinal de contas só deve começar em 2021 — não deve haver problemas.

Coreia do Sul oferece bolsas para intercâmbio

segunda-feira, 4 de maio de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem?

Essa semana recebi um e-mail com essa oportunidade incrível, não poderia deixar de passar pra vocês! É do site estudarfora, confira:




Quem oferece?

O NIIED, órgão do governo da Coreia do Sul que apoia estudantes internacionais, está recebendo inscrições o GKS Summer Program. Trata-se de um programa de bolsas de intercâmbio para a Coreia do Sul que vaai contemplar 80 estudantes de graduação: 40 deles do continente africano e 40 da América Latina. O órgão do governo não informou a data limite para inscrições.

Período 

As bolsas são para um período de cinco semanas, entre julho e agosto. Durante esse período, os intercambistas participarão de aulas de língua e cultura coreanas, realizarão projetos específicos com mentores locais, e poderão visitar universidades, institutos de pesquisa e indústrias do país. As despesas com transporte, alimentação e acomodação durante o intercâmbio serão todas cobertas pelo NIIED.

Como concorrer às bolsas de intercâmbio para a Coreia do Sul


De acordo com o governo sul-coreano, é necessário estar matriculado em um curso de graduação, entre o segundo e o quarto ano, para poder concorrer às bolsas. Também é necessário ter fluência em inglês (não é necessário saber coreano, embora seja um diferencial) e estar em boas condições de saúde mental e física.

A candidatura ao programa é feita por meio das universidades. São elas que devem indicar ao NIIED alunos seus que queiram participar do programa. Por isso, é importante realizar o procedimento junto à sua universidade.

Como parte do processo, será necessário providenciar documentos como histórico acadêmico, certificado de proficiência em inglês (ou coreano, se possível), cartas de recomendação e carta de motivação. Os candidatos devem enviar os documentos às suas universidades que, por sua vez, deverão encaminhá-los ao NIIED. Será com base na força da candidatura que a instituição sul-coreana selecionará os bolsistas.

O governo da Coreia do Sul não informou a data máxima para candidatura às bolsas. A data exata da viagem também não foi informada, mas será entre julho e agosto de 2020. Por isso, é provável que as inscrições sejam aceitas até o fim de maio ou o começo de junho, para dar tempo de que o órgão realize a seleção e organize as viagens.

E o coronavírus?


Apesar de estar entre os primeiros países afetados pela pandemia do COVID-19, a Coreia do Sul está lidando relativamente bem com a crise. Graças às medidas rápidas de isolamento social e de testagem ampla que o governo implementou, o número de casos no país, por ora, está relativamente controlado.

A situação, no entanto, pode impactar um pouco o processo de obtenção de visto. Mas como esse programa de bolsas de intercâmbio para a Coreia do Sul é gerido pelo governo do país, é provável que a organização esteja ciente e providencie auxílio aos bolsistas.

Mestrado no exterior vale a pena?

segunda-feira, 27 de abril de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem? 




Essa semana me deparei com um vídeo bem legal do canaldointercambio sobre mestrado no exterior. Me inspirei e decidi trazer para vocês uma matéria sobre, confira!

Veja as principais vantagens de fazer um mestrado fora do Brasil pelo site canaldoensino:

Conhecimento direto das origens


Você irá conhecer professores que não somente compreendem o conteúdo que apresentam. Muitas vezes, eles próprios os criaram. Isso significa que você terá a oportunidade de aprender com grandes referencias para o mundo e até ganhadores do prêmio Nobel. Além disso, você terá acesso à estrutura de ponta e as maiores e mais avançadas técnicas de pesquisa.

Universidades em constante competição


Não dá para negar a força que o nome de uma grande instituição de ensino internacional tem no currículo de qualquer pessoa. Pense, por exemplo, estudar nas universidades de Harvard, Columbia ou Stanford? Isso faz uma enorme diferença na hora de disputar as melhores vagas no mercado de trabalho.

Carreira Internacional

Fazer um mestrado no exterior é como uma abertura de portas, que dá acesso a uma carreira global. As chances de se conseguir um bom emprego em outro país é bem maior para quem estudou no exterior.

Ampliação de oportunidades


Ter convivência com pessoas de diversos países é uma das grandes vantagens de se estudar no exterior. Ao ter o acesso aos melhores professores e aos melhores profissionais, você percebe que pode ir muito além e fazer muito mais.

Desenvolvimento de suas competências


Uma das competências que são mais valorizadas pelas empresas, atualmente, é a capacidade de o profissional lidar com ambientes que estão em constantes transformações. Quem estuda no exterior, sai na frente nessa questão. Por ter que, o tempo todo, se adaptar a novas situações, o profissional tem a tendência de desenvolver, cada vez mais, essa aptidão.

Conclusão


Realmente, ficou muito mais fácil para os estudantes brasileiros conseguirem realizar seus estudos fora do país. Com o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que foi criado pelos ministérios da Ciência,

Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC), através de suas instituições de fomento (CNPq e Capes), as oportunidades de se realizar um estudo de mestrado em outros países ficaram cada vez maiores.

No entanto, diversos profissionais possuem receios em estudar no exterior ou tem dúvidas se essa grande empreitada vale mesmo a pena. Porém, o sonho de seguir os estudos no exterior está, cada dia mais, no alcance de muitos estudantes e profissionais no Brasil.

Bolsas de estudos e o coronavirus

quarta-feira, 22 de abril de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem? 



Com a época atípica que estamos vivendo muitas coisas mudaram. Mas e como ficaram as bolsas, oportunidades de estudos?! O canaldointercambio fez uma matéria bem legal e completa explicando um pouco como fica essa situação, confira!


Bolsas de estudo e o Coronavírus: inscrições prorrogadas


Muitos programas de bolsas de estudo no Exterior optaram por prorrogar seus prazos por conta da pandemia do novo coronavírus.  A lista de programas para estudar no exterior com deadlines prorrogados aumenta todos os dias. No entanto alguns programas que a gente sabe que foram prorrogados, são:

Bolsas para doutorado em Portugal da FCT
Bolsas para intercâmbio na Irlanda
Bolsas do programa ELAP para intercâmbio no Canadá
Bolsas da Garcia Foundation Family para brasileiros nos EUA
Bolsa da ONU na Suíça para afrodescendentes

A lista cresce todos os dias. Por isso, caso vocês saibam de algo que não está aqui, por favor, me mandem um oi no instagram ou aqui nos comentários do post que eu atualizo.

Ganhei uma bolsa em 2020 ela vai ser afetada pelo coronavírus?


Provavelmente todo mundo que ganhou bolsa de estudos seja para 2020 ou 2021 vai ter o cronograma afetado de alguma forma pelo coronavírus. Isso, no entanto, não é motivo para pânico ou choro, calma! A gente ainda não sabe como o calendário das universidades no exterior vai mudar por conta de todo esse tempo de isolamento social. Aqui no Brasil mesmo muitas universidades estão com aulas online e outras suspenderam o calendário do primeiro semestre de 2020 até segunda ordem.

Bolsistas Chevening, por exemplo, já relataram que as universidades do Reino Unido, por exemplo, estão todas com aulas online até o final do semestre. Ainda não se sabe exatamente como será no início das aulas em setembro de 2020. É um pouco chato pra quem queria a experiência completa de ir estudar e conhecer o Reino Unido, mas a vida de todos é mais importante, né?


Muitos resultados do programa Erasmus Mundus, por exemplo, tinham previsão de saída em breve e devem atrasar (como é o caso do Gemma, por exemplo) . Muitas das minhas mentoradas aplicaram para programas Erasmus em 2019 e receberam as respostas da aprovação com  bolsa de estudo completa nas útimas semanas. Quem me acompanha no Instagram provavelmente viu que mesmo na semana passada (do dia 25 de março) postei stories das minhas mentoradas que receberam a notícia da bolsa em meio a essa situação toda.

Nenhuma delas no entanto, foi informada sobre como ou quando será o começo das aulas. Nesses casos, o importante é se manter em contato com o curso (sem enviar 800 emails por dia, por favor, né) para entender como a pandemia do coronavírus vai afetar o cronograma da sua bolsa de estudos. Afinal, as embaixadas e consulados estão todos com atendimentos de visto suspensos para priozar cidadãos que necessitam de atendimento urgente.


Como o coronavírus afeta quem ainda não ganhou bolsa de estudos?


Nnguém tem certeza de nada sobre a pandemia. Se todos soubéssemos que apenas duas semanas de isolamento são necessárias, seria mais fácil prever. Infelzimente, não é essa a realidade. Dois dias parecem dois meses nesse estado atual de alerta e as informações são muito voláteis. A única coisa que a gente sabe ao certo é que todo mundo tem que lavar as mãos mil vezes por dia, não encostar no rosto e ficar em casa o máximo possível. Fora isso, fica difícil saber como cada país vai agir no futuro. Eu (opinião minha, tá? E ela pode estar errada) acredito que infelizmente alguns programas de bolsas de estudo que abririam agora no primeiro semestre de 2020 sejam cancelados ou suspensos.


Com quase o mundo todo adotando a política de isolamento social e grandes eventos supensos, provavelmente os programas com seleção prevista para o primeiro semestre de 2020 e com início no segundo semestre são os com maior risco de cancelamento ou suspensão. Isso, de forma alguma siginfica que isso VAI acontecer, mas a POSSIBILIDADE existe.

O programa Chevening, por exemplo, remarcou todas as entrevistas presenciais deste ano para entrevistas online. Até o momento o cronograma oficial não sofreu alterações. Já o programa de mestrado em comunicação do DAAD do EPOS na Deutsche Welle,  informou que o edital de 2020 foi suspenso mas que o de 2021 está confirmado.  O programa Summer Experience do British Council foi cancelado e agora está ofereendo 5 mil bolsas para curso de inglês online -- um vacilo na minha opinião, podiam ter adiado pra 2021.

Outros cortes ou adiamentos ainda não foram confirmados.  No entanto, neste momento delicado que os governos precisam investir mais dentro de casa não me espantaria ver alguns cortes em investimentos em estudantes internacionais.  Outra razão plausível para adiamentos de bolsas de 2020 para 2021 é simplesmente o fato que ninguém sabe ao certo como a situação vai se desenvolver. Ninguém pode confirmar que as aulas vão mesmo iniciar em setembro de 2020 ou se os programas vão ter que ter o primeiro semestre online. Nada disso foi confirmado ainda, então, nada de desespero precoce. Mas é bom ir se preparando com o plano B, C e D.

Provas de proficiência e o Coronavírus


Outro detalhe importante para quem estava planejando candidaturas para este ano são as provas de proficiência. Obrigatórias para a maioria das seleções de universidades e de bolsas de estudos, as provas como TOEFL e IELTS também foram afetadas pelo coronavírus. O British Council cancelou todas as provas do IELTS até 9 de abril e informa no site que todas as provas podem ser remarcadas por e-mail. Já a ETS, responsável pelo TOEFL, GRE e outras provas, está informado candidatos de mudanças diariamente nesta página. O Brasil, no entanto, não está na lista de países da América Latina em que os testes foram cancelados ou adiados completamente. Então, é importante entrar em contato com o lugar onde seu teste aconteceria para saber o que será feito. Caso sua cidade ainda esteja aplicando testes e você não se sinta seguro, você pode entrar em contato com a ETS para remarcar seu teste sem custo. As remarcações sem custo podem ser feitas APENAS via live chat ou pelo email toefl@ets.org. A ETS também lançou o TOEFL iBT at Home Edition para que não seja necessário sair de casa para fazer a prova. A partir de 2 de abril de 2020, essa modalidade ficou disponível para o Brasil.

De qualquer forma, é importante lembrar que isso não vai durar pra sempre. O intercâmbio intelectual e acadêmico são fundamentais para que a gente esteja mais preparado para lidar com e resolver situações como essa globalmente.  Então, fiquem ligados aqui no Partiu Intercâmbio, saiam de casa o mínimo possível, pensem nos outros e tudo vai dar certo.

Intercâmbio na Noruega

segunda-feira, 13 de abril de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente!



Hoje trouxe para vocês uma matéria do estudar fora bem legal sobre como é fazer intercâmbio na Noruega!

O país tem uma população bem reduzida, se comparada ao Brasil. São, ao todo, 5,3 milhões de habitantes. Por isso, a Noruega procura profissionais estrangeiros para suprir a demanda em áreas como as de engenharia, principalmente aqueles que atuam nas áreas de perfuração, automação, hidráulica, mecânica e mecatrônica. A procura também é grande, em especial, nas indústrias de petróleo, gás e naval. Além disso, há oportunidades para médicos, enfermeiros e profissionais de educação.

Outra característica que torna o país – assim como outros países nórdicos – ainda mais atrativo para quem está planejando estudar fora: seu sistema de educação público é gratuito, até mesmo para estrangeiros. Se a intenção é fazer intercâmbio na Noruega, já pode retirar do planejamento o dinheiro destinado às tuitions. E o melhor é que há mais de 200 cursos universitários oferecidos em inglês, a maioria deles de mestrado e doutorado.

No entanto, é preciso lembrar que a Noruega tem um dos custos de vida mais altos do mundo. Ou seja, embora estudar em uma universidade possa sair de graça, o intercambista ainda precisa arcar com acomodação, alimentação e transporte, por exemplo.

Como funciona o visto de estudante?


Para requisitar o visto de estudante ao governo norueguês, o aluno precisa apresentar documentos como a carta de aceitação de sua universidade e comprovante de residência no país. Além disso, deve depositar, em uma conta bancária da Noruega, o valor estimado para sobreviver ao longo de todo o ano acadêmico, que é cerca de USD 11.700.

Também é possível recorrer a bolsas de estudos para estudar no país. O programa Mobility Grant for Norwegian Language and Literature, por exemplo, oferece USD 1.200 mensais a alunos que desejam estudar a cultura norueguesa por um a três meses no país.

Intercâmbio na Noruega durante o verão


Uma das iniciativas que atraem estrangeiros na Noruega, para cursos curtos, é a da International Summer School (ISS), na Universidade de Oslo. A ISS oferece cursos curtos de graduação e mestrado, em inglês e norueguês, e é realizada no verão, período que vai de junho a agosto. As bolsas incluem taxas de matrícula, materiais de leitura e um cartão de transporte da cidade. Além disso, pode incluir, no caso de estudantes de disciplinas de mestrado, um auxílio financeiro que cubra as passagens aéreas até Oslo. Despesas com acomodação e alimentação, portanto, não estão incluídas.

Intercâmbio na Noruega durante o ensino médio


Outra opção para quem deseja estudar na Noruega está nos United World Colleges (UWC), colégios internacionais localizados em diversos países, que têm como missão promover a paz e a compreensão entre os povos por meio da educação. O UWC oferece bolsas parciais e integrais de estudo a jovens que tenham entre 15 e 18 anos de idade e estejam no primeiro ou segundo ano do ensino médio.

As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do UWC. O processo seletivo é composto por três etapas: após a inscrição e o preenchimento de um formulário de apresentação pessoal, os estudantes realizam provas objetivas de Português, Matemática, Lógica e Conhecimentos Gerais, além de uma redação. Na segunda etapa, são entrevistados por ex-alunos das instituições.

A última fase consiste num período de convivência de três dias, em que várias dinâmicas de grupo são utilizadas para conhecer melhor os candidatos.


Espero que tenham gostado!

Até a próxima,




Confira: quais são as melhores universidades do mundo por disciplina

segunda-feira, 6 de abril de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem?


Hoje trouxe para vocês as melhores universidades do mundo em cada disciplina, pelo site estudar fora!

A empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS) divulgou recentemente o ranking QS World University Rankings by Subject 2020. Esse ranking elenca as melhores universidades do mundo por disciplina, em 48 disciplinas diferentes.

Em sua edição de 2020, Harvard e Massachusetts Institute of Technology (MIT) foram as que se saíram melhor.

Das 48 disciplinas avaliadas pelo Ranking QS, o MIT obteve a primeira posição em 12. A Universidade Harvard, por sua vez, ficou em primeiro lugar em 11 disciplinas diferentes. Outro destaque foi para a Universidade de Oxford, que lidera em oito cursos diferentes.

Embora Estados Unidos e Reino Unido ocupem a primeira posição em quase todas as disciplinas, a QS considerou, ao anunciar o ranking, que as universidades estadunidenses pioraram em desempenho com relação ao ano anterior.

Confira a lista:






Espero que tenham gostado!

Até a próxima, 




Confira as melhores dicas para estudar para o TOEFL

segunda-feira, 30 de março de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem?



Quem faz curso de inglês ou tem objetivos de estudar fora já ouviu falar nesse nome, né mesmo?! O TOEFL é uma prova que você faz que certifica que você é fluente na língua inglesa. Nessa avaliação, vale de tudo: a habilidade de falar, interpretar textos, escrever e compreender o que ouve no idioma.

Para dar conta de todos esses aspectos, o teste é dividido em quatro partes: reading, listening, speaking e writing. Imagine dar conta de todas estas habilidades estudando para o TOEFL em sete dias!

O site estudar fora trouxe algumas dicas de como se preparar para o exame, confira:

Confira o que funcionou para garantir uma boa nota no TOEFL em sete dias de preparo:

1 – Conheça seus pontos fracos e seja realista


Faça uma autoavaliação sobre seu nível de inglês antes de programar o teste, para entender de quanto tempo de antecedência vai precisar. Coloque no cálculo o fator ansiedade, se você for o tipo de pessoa que fica nervosa durante provas. Quando pensei em prestar o TOEFL em sete dias, eu sabia que tivera acesso a dois anos de curso de inglês em uma escola de idiomas, por exemplo. Mas, apesar do pouco tempo de estudo regular à parte, compensava com experiências no exterior e uso cotidiano do inglês em conversas com amigos e trabalhos voluntários.

Nessa autoavaliação, identifique suas dificuldades. Você tem receio de falar, ou a pior parte é escrever textos no idioma? Novamente, pese o fator ansiedade e o quanto ele impacta cada seção da prova.

2 – Elabore um plano de estudos para o TOEFL em sete dias


Isso vale para qualquer exame de proficiência, seja TOEFL ou IELTS, e mesmo para GMAT e GRE, exigidos em outros processos de seleção. Mesmo com sete dias disponíveis — um tempo bastante reduzido — tire alguns minutos para se planejar. Não concentre tudo em um dia, mas distribua o tempo de estudo ao longo da semana. Dedique mais tempo a dificuldades suas que você pode remediar em um período restrito. No meu caso, eu sabia que anotações no speaking seriam um desafio e, também, que precisava saber de cor alguns conectivos para o writing.

3 – Use técnicas que funcionam para você


Não existem fórmulas mágicas na preparação para o TOEFL em sete dias. É claro, algumas técnicas de estudo serão bem parecidas com as que você já conhecia para estudar para qualquer prova de inglês. Outras, específicas para o exame. A princípio, use as ferramentas com que você está familiarizado.

No meu caso, isso significou usar técnicas nem tão práticas. Por exemplo, para fixar vocabulário, costumo escrever a palavra e seu significado — e sei que, para mim, isso funciona. Vale a pena não só para poupar seu tempo procurando técnicas famosas, como também para dar segurança a mais, já que você sabe que deu certo.

4 – Faça do idioma um hábito 


Essa é uma dica daquelas que a gente aprende no curso de idiomas, desde cedo, mas é bom lembrar. Programe-se para colocar o inglês em vários aspectos da sua vida – quanto mais, melhor. Leia textos no idioma sempre que possível, sobre qualquer tema. Qualquer um, já que o exame costuma pedir temas bem variados, de ciências biológicas a conceitos de História.

Mantenha o seu feed em redes sociais cheio de conteúdos em inglês, como se fosse um lembrete diário.


Ouça músicas no idioma e tente anotar palavras novas que estão na letra. Séries de TV, filmes ou vídeos também entram para a lista de aliados. No meu caso, uma boa pedida foi assistir a uma série queridinha, How I Met Your Mother, com o sotaque americano que sabia que encontraria no teste. Se você quer dominar o TOEFL em sete dias, esta precisará ser uma semana de imersão!

5 – Conheça a estrutura do exame


Se fosse para eleger uma das dicas como a principal, escolheria essa. Em primeiro lugar, porque saber o que vai de fato ser pedido alivia o fator ansiedade, que mencionei ali em cima. Situações no campus, por exemplo, são constantes no speaking e no listening. Era improvável que o teste me pedisse, no writing, temas opinativos muito complexos, sobre política — o que já me acalmou bastante.

Em segundo lugar, ter conhecimento sobre a estrutura ajuda no planejamento. Na seção de speaking, o fato de haver um cronômetro na tela pode intimidar, se você for pego de surpresa. Já no writing, entender quais temas são pedidos, qual das propostas tem cunho mais opinativo e qual exige apenas uma boa síntese economiza tempo.

6 – Memorize frases e estruturas

Essa é uma dica que gerou bastante resultado. Significa, em outras palavras, saber conectivos para ligar as frases nas redações, ou mesmo verbos interessantes para o speaking. São boas frases e palavras, que chamam a atenção e dão um “algo a mais” na hora agá do exame. Elas também dão fluidez ao texto e fazem com que ele pareça menos engessado.

7 – Treine para o speaking com cronômetro


Ok, talvez você não tenha tanto tempo disponível. Ainda assim, faça questão de priorizar alguns testes cronometrados, com temas possíveis para o speaking. Pode parecer esquisito, mas há uma execução simples: parar e gravar pelo celular a explicação para uma pergunta, uma opinião sua. Tenha em mente também a estrutura da prova, que exige falas de 45 a 60 segundos, dependendo da questão.

Espero que vocês tenham gostado!

Até a próxima,



Bolsas de pós-graduação para mulheres na área de TI

segunda-feira, 23 de março de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem?



Hoje venho trazer para vocês mais uma bolsa de estudos, mas dessa vez, pós graduação, na Áustria! Legal, né?

Quem publicou foi o site estudarfora. Confira:

Estão abertas as inscrições para o Helmut Veith Stipend, um programa de bolsas de pós-graduação na Áustria para mulheres da área de tecnologia da informação.

Quem pode participar?


As bolsas são voltadas para mulheres que queiram realizar um dos programas de mestrado em Ciências da Computação da Universidade Técnica de Vienna (TU Wien) ministrados em inglês.

Para se candidatar às bolsa, é necessário já ter concluído a graduação em cursos como Ciências da Computação ou Matemática. Também é preciso ter interesse em cursar um dos programas de mestrado da TU Wien nessa área. São oferecidos cursos nas seguintes áreas:


  1. Lógica e Computação;
  2. Ciência de Dados;
  3. Informática para Negócios;
  4. Engenharia da Computação;
  5. Lógica Computacional;
  6. Mídia e Computação Centrada em Humanos.
  7. Também é preciso demonstrar experiência ou interesse em áreas como lógica na ciência da computação, teoria da complexidade, segurança da informação, métodos formais e verificação, ou fundações da inteligência artificial.

Não é necessário já ter sido aceita nos programas para se candidatar às bolsas. No entanto, elas só serão entregues a candidatas que posteriormente demonstrem que foram aceitas pelos programas. E a candidatura para os programas deve ser feita em paralelo à candidatura para as bolsas.

 As inscrições vão até 30 de novembro.

Benefícios da bolsa



As bolsistas selecionadas terão todos os custos de tuition cobertos. Receberão também um valor de €6.000 (cerca de R$ 32.000) por ano durante a duração do programa para auxiliar com o custo de vida em Vienna, na Áustria.


Documentação necessária: 

Para se candidatar às bolsas de pós-graduação na Áustria, é preciso enviar cópias traduzidas (para inglês ou alemão) dos documentos a seguir, em um único arquivo PDF, para o endereço:
 ta.sc-cigol@retsam.


  1. Carta de apresentação mencionando que pretende concorrer à bolsa e dizendo o porquê;
  2. CV;
  3. Carta de motivação, descrevendo por que deseja estudar na área, por que precisa do auxílio financeiro, e com quais grupos da universidade gostaria de trabalhar na tese de conclusão do programa;
  4. Histórico acadêmico;
  5. Diploma da graduação;
  6. Contato de duas referências que possam enviar cartas de recomendação;
  7. Certificado de proficiência em inglês;
  8. Passaporte;
Para saber mais sobre, você pode clicar aqui. 



Espero que tenham gostado!

Até a próxima,



#PraMarçoEAbril - Seleção das melhores bolsas de Estudo

segunda-feira, 16 de março de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem?




Hoje trouxe para vocês algumas oportunidades incríveis de bolsas de estudos no exterior, pelo site estudar fora. 

Programa Líderes Estudar 2020


O Programa Líderes Estudar 2020 está com inscrições abertas até o dia 30 de março! O programa existe há 29 anos como forma de propiciar que brasileiros estudem nas melhores universidades do mundo – seja no Brasil ou no exterior – e desenvolvam ao máximo o seu potencial.

O Programa Líderes Estudar 2020 oferece bolsas de estudo em quatro categorias: 

- Graduação completa no Brasil
- Intercâmbio acadêmico de graduação ou duplo diploma no exterior,
-Graduação completa no exterior
-Pós-graduação no exterior (essa última incluindo mestrado, doutorado, pós-doutorado ou MBA, também nas modalidades “sanduíche”).

 As inscrições podem ser feitas  por aqui até 30 de março.

Organização oferece bolsas para intercâmbio de inglês a jovens de baixa renda


A Soul Bilíngue, uma organização de impacto social do estado de São Paulo, está em fase de pré-inscrições para seu programa de jovens embaixadores. O programa oferece aulas de inglês gratuitas a jovens da periferia e, ao fim do semestre, os estudantes com o melhor desempenho ganham uma bolsa para cursos de inglês no exterior. As pré-inscrições podem ser feitas por meio deste link. 

Para o aluno, os cinco meses de aulas do programa são oferecidos sem custo — o programa é financiado com a ajuda de empresas parceiras. A bolsa de estudos no exterior também cobre a maioria dos custos, como o valor do curso (com um mês de duração), passagens aéreas e moradia no exterior. Os destinos variam a cada edição, mas incluem países como Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido e África do Sul.

Bolsas de estudo para curso de espanhol na Espanha


A Universidade de La Rioja, em La Rioja, na Espanha, está oferecendo oito bolsas para curso de espanhol a brasileiros interessados estudar no país. As inscrições devem ser feitas tanto no site da instituição quanto pelo site do Santander até o dia 27 de março.

Os cursos têm a duração de um trimestre: de outubro a dezembro 2020; de janeiro a março de 2021; ou de março a junho de 2021. As bolsas para curso de espanhol incluem, além do valor do curso de idiomas, alojamento em residência universitária, seguro saúde e € 1.500 para despesas pessoais e com passagens aéreas.

Bolsas de estudo para cursos de inglês de três semanas no Reino Unido


O British Council e o Santander estão recebendo inscrições para o programa Santander-British Council Summer Experience. O programa oferecerá 90 bolsas para cursos de inglês no Reino Unido, com três semana de duração, a estudantes universitários ou que tenham se formado menos de dois anos atrás. As inscrições vão até 30 de março.

As bolsas cobrem integralmente o valor dos cursos e da estadia do aluno no Reino Unido. Isso inclui as despesas com transporte, alimentação e alojamento durante as três semanas do curso. O estudante só precisará arcar com os custos referentes à emissão do visto para o Reino Unido e ao seguro de saúde durante a viagem. Mais informações podem ser vistas aqui.

Concurso universitário levará vencedores a Paris e Munique


Estão abertas as inscrições para o L’Oréal Brandstorm, um concurso universitário focado em projetos de sustentabilidade. O concurso busca a inscrição de grupos de três pessoas com ideias para reduzir o uso de plástico nas indústrias de beleza e cosméticos. As inscrições vão até 13 de abril.

O grupo vencedor da etapa nacional representará o Brasil na final global do concurso que acontecerá entre 23 e 24 de junho em Paris, na França. A equipe vencedora do concurso poderá desenvolver seu projeto por três meses na Station F, em Paris, com tudo pago. A Station F é uma incubadora de startups localizada na capital francesa que se considera a maior organização desse tipo no mundo.

Gostaram?

Até a próxima!!



Por que estudar na Holanda

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020 Nenhum comentário
Oi, gente, tudo bem?

Hoje, para mais um post na categoria Estudar Fora, trouxe algumas dicas e benefícios para quem se interessa em estudar na Holanda. A matéria, originalmente, foi produzida pelo site viva-mundo;

Confira:





Universidades, incluindo a Universidade de Radboud, oferecem acadêmicos excepcionais em uma localização maravilhosa.

Os estudantes na Holanda recebem um programa de estudos bem planejados e de alta qualidade por um bom preço. Aqui, vamos dar uma olhada em uma das instituições mais conceituadas do país, a Universidade de Radboud, e como estudar na Holanda pode ser agradável e melhorar suas perspectivas também.

Então, como exatamente o estudo na Holanda o beneficiará?

Se você tiver alguma dúvida, preencha o formulário abaixo para falar com um representante da Radboud University ou entre em contato com um aluno da Radboud aqui.

Educação de Primeira Classe

O ensino superior holandês é bem visto em todo o mundo, em parte porque muitos estudantes internacionais viajam para lá para estudar, mas também porque muitos, nacionais e internacionais, passam a ter excelentes carreiras em todo o mundo. Em parte, isso se deve ao estilo educacional de ter turmas em pequena escala que permitem maior atendimento às suas necessidades como aluno, bem como a um sistema que incentiva a solução prática de problemas, o auto-estudo e a disciplina.

A Radboud, em particular, tem um excelente histórico, estando entre os 1% das melhores universidades do mundo, conforme observado pelo Ranking Acadêmico das Universidades Mundiais e pelo Ranking Universitário Mundial do Times Higher Education. A Universidade de Radboud é em parte tão bem pensada devido ao seu método de pesquisa de classe mundial, caracterizada pela integridade e liberdade acadêmica. A pesquisa na Radboud abrange uma ampla gama de disciplinas e, portanto, oferece uma ampla oportunidade para pesquisas multidisciplinares e interdisciplinares, a fim de responder aos problemas complexos de hoje e de amanhã. Isso inclui trabalhos sobre a famosa primeira imagem de um buraco negro, que foi trabalhado, em parte, por pesquisadores da Radboud.

Ampla gama de programas em inglês

A Holanda como um todo possui uma porcentagem excepcionalmente alta de falantes de inglês, com cerca de 95% da população holandesa capaz de conversar em inglês. Isso se reflete no ensino superior holandês, que oferece o maior número de programas de ensino em inglês na Europa continental.

A Universidade de Radboud oferece 14 programas de bacharelado, 35 de mestrado e mais de 100 especializações de mestrado, totalmente ministrados em inglês. É claro que também existem muitos cursos ministrados em holandês, e a Universidade de Radboud oferece cursos gratuitos de holandês para todos os estudantes internacionais, se você preferir.

Excelente relação qualidade / preço

O ensino superior holandês é altamente considerado, mas isso não significa que deva ser caro também. As taxas e o custo de vida na Holanda são relativamente baixos, especialmente quando comparados aos países de língua inglesa. Ao considerar também a força da educação, um diploma da Universidade de Radboud se torna um grande valor.

Comunidade Internacional Forte

Uma das coisas mais benéficas que um aluno pode fazer por si e pelo seu futuro é desenvolver uma forte compreensão das culturas e sociedades internacionais. Essa amplitude de experiência é altamente valorizada na vida social e profissional. Como estudante na Holanda, você experimentará esses diferentes pontos de vista diariamente, mas, além disso, a Holanda como um todo é incrivelmente bem conectada e diversificada.

A localização da Holanda, tão perto da França, Reino Unido, Espanha, Alemanha, Rússia e muitos outros países europeus, torna o local perfeito para o crescimento e o desenvolvimento de conexões - muitos estudantes de toda a Europa escolhem a Holanda em parte por esta razão.

A Radboud, por exemplo, tem uma comunidade estudantil internacional particularmente grande, com 1 em cada 9 estudantes vindo de outros países. E no primeiro ano, é 1 em 5. Se você deseja fazer conexões e se desenvolver globalmente, não há melhor lugar para escolher.

Nijmegen é uma das cidades mais antigas da Holanda, com excelentes opções de compras, vida noturna, gastronomia e história. Quase 20% da população de Nijmegen são estudantes, então há muitas atividades e coisas para desfrutar, incluindo passeios de bicicleta, já que Nijmegen é uma cidade muito propícia para pedalar.

Se tudo isso parece um pouco intimidador, a Universidade de Radboud oferece um programa completo de orientação para novos alunos: uma maneira divertida de fazer amigos, conhecer a cidade e se preparar para seus estudos. Além disso, a universidade o ajudará a encontrar acomodações, geralmente uma das partes mais estressantes da mudança, para que você possa ficar tranquilo lá.

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Para saber mais, ou se você tiver alguma dúvida, preencha o formulário abaixo para falar com um representante da Radboud ou entre em contato com um aluno da Radboud aqui.

O que motiva alguém a estudar no exterior?

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020 Nenhum comentário

Oi, gente, tudo bem? 




Hoje trouxe pra vocês uma matéria do site viva-mundo falando um pouco sobre estudar no exterior!

Confira: 

Estudar no exterior pode ser divertido, pode desenvolver o seu lado pessoal e profissional e prepará-lo para um futuro promissor. No entanto, alguns ainda acham difícil dar esse passo, por razões reais ou imaginárias.

Por isso, conversamos com quatro estudantes que viajaram pelo mundo e foram estudar na Université catholique de l'Ouest, na França. Eles nos contam suas motivações, os desafios que enfrentaram e como os estudos no exterior os beneficiaram e continuam a beneficiá-los.

Os entrevistados

María Mercedes Gómez Muñoz da Guatemala está atualmente no primeiro ano de seu mestrado em Ciências Sociais. Ela foi atraída para estudar na França pela cultura do país: ‘’Eu realmente gosto da cultura francesa e das suas histórias, tradições e estilo de vida. Além disso, quero melhorar meu nível de francês. Morar e estudar na França me dá essa oportunidade enquanto aproveito essa experiência.”

Nitza Delgadillo, boliviana, é estudante do segundo ano de Belas Artes. A França a atraiu especialmente pela grande tradição de arte, museus e galerias, e em particular, o reconhecimento internacional que tais lugares recebem.

O peruano Contreras Vargas é um estudante de MBA, um curso que ele descreve como "excelente". Questionado sobre sua motivação em escolher a França como destino, Contreras respondeu poeticamente: “Eu fui inspirado por um dos maiores poetas da América Latina, César Vallejo, do Peru, que morreu em Paris. Espero visitar seu túmulo algum dia.’’

 E por último, mas não menos importante, Karem Arguello, do México, é atualmente uma estudante de graduação em Francês, já que ela ama a língua e a cultura. Ela mencionou que “gostaria de fazer o Mestrado na UCO também”.

Por que escolher a Université catholique de l'Ouest?

“Por sua longa trajetória acadêmica e por oferecer o programa de estudos da minha escolha, que na minha opinião, me permitirá realmente adquirir o conhecimento que espero colocar em prática.”

Há muitas opções quando se trata de escolher uma instituição de estudo, mas pode ser melhor tentar simplificar suas opções, e cada um de nossos entrevistados teve respostas muito focadas quando explicou suas motivações para escolher UCO. Seja a linguagem, o curso oferecido ou simplesmente uma boa referência de um amigo. Essa foi a principal motivação de Karem, já que muitas de suas amigas escolheram estudar na Université catholique de l'Ouest.

No fim das contas, apenas um bom motivo não é suficiente para estudar no exterior?

Quando se trata de escolher um país, a língua, a cultura, bem como os locais a serem explorados, podem ser grandes motivadores. E há poucos lugares que podem ostentar uma cultura mais forte ou uma língua mais bonita do que a França, além de haver inúmeros lugares para visitar em um país tão histórico.

Quanto a escolher UCO em particular, nossos entrevistados foram muito mais enfáticos.

“Os professores são muito atenciosos devido ao número razoável de alunos por turma e a universidade tem todo o equipamento necessário, como computadores Mac, câmeras e vídeos, e até mesmo estúdios de gravação”, Nitza nos deu essa informação com prazer.

“Eu realmente gosto que os grupos de estudo sejam pequenos, o que permite mais interação professor-aluno e tendo os mesmos colegas podemos compartilhar mais”, mencionou Mercedes, e Karem concordou, acrescentando que ela gosta dos “métodos de estudo que os professores usam e a mistura de culturas” da UCO.

De fato, as pequenas turmas e a interação maior com os professores foram especialmente destacadas como os benefícios de estudar na UCO em particular.

Contreras disse: “Eu gosto dos cursos e da metodologia. Não há muitos alunos e os professores são amigáveis, mas há ainda outra coisa que eu gosto que é o intercâmbio cultural e a nova rede de contatos que estou criando. Eu aprendo muito de cada cultura.”

Essa rede de contatos e trocas culturais mencionada por Contreras é certamente um benefício de se estudar na UCO, o que também pode ser dito de cada jornada de educação internacional - um testemunho de um dos muitos benefícios de dar esse passo.

Como podemos ver, os alunos têm muito a dizer sobre a Université catholique de l'Ouest em geral, mas especialmente sobre a variedade e as opções quando se trata de cursos. Para ver uma lista de cursos, visite o site da UCO, ou entre diretamente em contato com Clément Bedouet, contato da América Latina para a UCO.

Os desafios de estudar no exterior

Com algo tão valioso quanto estudar no exterior, é inevitável que haja alguns obstáculos que precisam ser navegados. Passar por isso ocasionalmente pode ser frustrante, mas os alunos que fazem isso percebem o quanto têm a ganhar.

Um desafio comum é obter um visto e trabalhar no processo de inscrição, o que pode ser entediante mais do que qualquer outra coisa. No entanto, a maioria dos nossos entrevistados realmente achou o processo de visto muito simples!

"Na verdade, tudo foi muito rápido e versátil, muito tranquilo", disse Contreras. Mercedes nos contou sua experiência: “O processo de visto era muito simples. A Embaixada da França em meu país (Guatemala) tem instruções muito claras a seguir, portanto, enviando os documentos solicitados e tendo a carta de registro na UCO, não tive nenhum problema. Você só precisa levar em conta o tempo de inscrição, para que não fique atrasado, e ficar atento com seu passaporte!”

Karem também falou da ajuda que recebeu do Campus France com relação ao seu visto, que pode ser um recurso muito útil.

Outro desafio comum pode ser a língua e o processo de conhecer pessoas. Isso inevitavelmente será complicado, independentemente de onde você escolha ir, mas os alunos ofereceram alguns bons conselhos.

Mercedes disse sobre conhecer novas pessoas: "Eu acho que o mais importante é sair e participar de diferentes atividades. É o que permitirá que você conheça não apenas pessoas da universidade, mas também de outros lugares". Da França, em particular, ela acredita que "as pessoas são muito compreensivas com os estrangeiros e fazem um esforço para entender. O mais importante é falar sobre isso e se livrar do seu medo!"

Nitza concordou: “Uma vez que você confia em si mesmo e perde o medo, fica fácil porque as pessoas são muito gentis.”

O financiamento é outro problema comum que os estudantes têm quando querem estudar no exterior. Perguntamos aos nossos entrevistados se eles trabalhavam na França para ajudar a pagar pelos estudos.

Nitza ajuda a financiar seus estudos trabalhando ocasionalmente como babá, uma escolha comum para muitos estudantes. Ela também está fazendo um estágio no Museu de Belas Artes de Angers, e explica o processo para tal: “primeiro deve-se entrar em contato com a pessoa encarregada dos recursos humanos por e-mail e em seguida, deverá passar por uma entrevista". Com certeza esse estágio enriquecerá currículo da estudante para uma futura carreira dentro das artes.

Karem financiou seus estudos da maneira tradicional, economizando seu salário, enquanto Contreras contou com a ajuda de um empréstimo bancário. Como você pode ver, há inúmeros caminhos diferentes quando se trata de financiar uma educação internacional.

Mercedes se candidatou a uma bolsa de estudos para os centro-americanos concedida pelo Ministério da Educação da França, que embora seja uma "cobertura social" e não total, tem sido um apoio. Mas ela pensa em outra alternativa: "Eu acho que daqui a alguns meses eu vou pensar em trabalhar, como estudante nós temos uma permissão de trabalho, então se eu encontrar uma opção de emprego que atenda aos meus estudos e disponibilidade, por que não?"

Para mais detalhes sobre um potencial apoio financeiro, por favor, entre em contato com a UCO para aconselhamento.

Os benefícios de estudar no exterior

Os desafios de uma educação internacional tornam-se pequenos em comparação aos benefícios, no entanto ninguém entende melhor desses benefícios de estudar no exterior do que aqueles que vivenciam essa experiência.

Quando perguntados se estudar no exterior está sendo e será benéfico para o futuro, os estudantes reagiram positivamente de forma unânime:

"Definitivamente sim" (Nitza).

“Sim, acho que é uma boa opção se você quer viver a experiência de estudar em um ritmo diferente de aprendizado e em outro idioma, participando de uma cultura diferente. Você tem que levar em conta que há desafios também, mas isso faz parte da experiência e aprendizado pessoal que cada um leva ” (Mercedes).

“Claro, toda nova experiência é muito gratificante” (Contreras).

“Foi a melhor decisão da minha vida porque me ajudou a ter uma mente mais aberta e aprender mais idiomas” (Karem).

Os alunos acreditam que a experiência de estudar no exterior também pode contribuir para se tornar uma pessoa melhor. Para Karem, “se tivermos a oportunidade de viajar, teremos pessoas melhores em nossos países”.

Nitza acredita que estudar na UCO permitiu que ela se tornasse “mais independente e responsável. Também me fez ficar mais interessada em outras culturas além da minha ou da cultura americana que tem uma grande influência na América Latina”.

Mercedes expôs sua opinião e foi além, dizendo: “Definitivamente! E também não é uma mudança radical, mas o ritmo de vida e a visão de muitas situações mudam e, portanto, o modo de pensar e agir antes de certas experiências faz com que você tome decisões mais objetivas ”.

E estas são apenas as coisas que os alunos entenderam sobre si mesmos. Quem sabe como eles vão olhar para trás em cinco ou dez anos? Ou mais? Estudar no exterior pode ter um impacto tão positivo em nós mesmos que talvez nem percebamos a princípio.

Mas é claro que estudar no exterior não significa mudanças radicais ou grandes acontecimentos dramáticos. Às vezes, é sobre a simples alegria de encontrar um ótimo restaurante que você nunca teria encontrado ou sentar em um parque e observar pessoas que você poderia nunca ter visto se estivesse onde estava.

O campus principal da Université catholique de l'Ouest está localizado em Angers, uma cidade no oeste da França às margens do rio Maine. Cada um dos alunos com quem falamos tinha seu próprio lugar favorito para visitar na cidade impressionante.

A preferência de Contreras era pelo Balzac Park: “Lá é como uma floresta onde você pode praticar esportes, piqueniques e ir a shows. Um lugar muito recreativo e agradável. O Le California é um restaurante localizado no centro de Angers, onde as especialidades são hambúrgueres deliciosos.”

“Eu diria todos os lugares em Angers! A cidade oferece muito e há sempre um "canto escondido" que pode ser descoberto após cada turno. Além disso, é muito agradável passear lá.’’ A alegria da resposta de Mercedes brilhou através de suas palavras.

Nitza tinha uma longa lista de lugares preferidos, “Wallaby's tem uma atmosfera muito boa. O bar Falstaff é para dançar. Tonton Foch para um hambúrguer muito bom. O Crêmet d'Anjou pela sua famosa sobremesa e o La Réserve por uma bela vista de Angers”.

“Eu realmente gostei de Paris, mas Angers é perfeito para a vida de estudante”, resumiu Karem.

Que conselho você daria a futuros estudantes internacionais?

A sempre sensata Mercedes respondeu: “Acho que a coisa mais importante a ter em mente é a organização. Quando você chega em um novo país, com todos os processos administrativos e também com o programa de estudos, é normal que leve algum tempo para se adaptar a um novo ritmo. Você tem que ser muito disciplinado e organizado para que as coisas saiam como você espera e você realmente atinja seus objetivos pessoais e acadêmicos. Aproveite os momentos, desafios e lições aprendidas.”

Contreras foi mais direto com o seu conselho: "Procure acomodações antecipadamente".

Karem complementou: “Se você tiver a oportunidade, viaje o máximo que puder (a França é perfeita para viver essa experiência) e prepare sua viagem com o tempo para que você não se estresse”.

O conselho de Nitza foi mais geral, mas não menos importante: "A única coisa que eu mudaria seria não ter medo de cometer um erro".

“Meu conselho aos estudantes latino-americanos é incentivá-los a fazer o que têm que fazer por seus sonhos, como ir ao outro lado do planeta sem conhecer a língua para aprender coisas novas e descobrir o mundo por si mesmo.”
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Nossos agradecimentos a Mercedes, Nitza, Karem e Contreras pelo tempo concedido para esta entrevista.

A UCO está aceitando inscrições para estudar em Angers, ou em qualquer outro campus da França. Para mais informações, visite o site da UCO, ou entre diretamente em contato com Clément Bedouet.

 
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