Ele disse isso no nosso ponto H, então na hora, eu apenas
joguei a cabeça pra trás e ele beijou um de meus seios, parando seus movimentos
aos poucos.
Sebastian se deitou ao meu lado, ambos estávamos bem
ofegantes, recuperando nossa respiração aos poucos, e eu apenas me deitei na
metade de seu abdômen.
-Eu preciso aceitar pra isso acontecer, não é? –Eu
desenhava círculos em sua barriga quando o disse.
Ele apenas esticou o braço na mesinha de cabeceira do
nosso lado, pegou algo e se virou completamente pra mim. Cubri-me com o lençol
formando um quase vestido quando ele se sentou, e pegou minha mão, colocando um
lindo anel no dedo (o dedo ao lado do dedinho ok).
-Quer me fazer o homem mais feliz do mundo, sendo minha
toda noite, sendo minha todos os dias, e todas as horas possíveis, sendo minha
mulher, minha esposa?
-
Eu comecei a tremer e a chorar. Céus, eu choro por tudo, não
é mesmo?
Sebastian terminou de colocar o anel em meu dedo, beijou
minha mão, e abriu um dos sorrisos mais lindos que eu vi na minha vida.
-Eu aceito, Sebastian. Aceito hoje, amanhã,e todos os
dias. Ser sua de novo e de novo e de novo.
Ele se inclinou pra cima de mim e começou a me beijar
novamente e quando se deitou em cima de mim, apenas ficou me olhando.
-O que? –Eu perguntei rindo, ficando um pouco sem graça.
-Você é a mulher mais linda desse mundo, sabia?
-Sabia.
Sebastian riu um pouco, e continuou falando:
-Eu quero uma vida com você, Ariel. Eu quero ter filhos
com você, quero ter uma casa, até mesmo podemos comprar uns cachorros. –Eu
assenti, selando ele antes de continuar –Eu consigo imaginar
minha vida sem
você. Eu só não conseguiria vive-la.
-Eu te amo tanto.
-Acho que nós temos que comemorar isso, não temos? –Ele
disse sussurrando com um sorriso safado e logo tirando o lençol que cobria todo
meu corpo aos poucos.
-
-Nova Yorque?
-É uma boa. Lá tem o The new York times pra eu escrever.
–Eu disse bocejando.
Depois de muitos beijos, movimentos e tudo mais, Sebastian
e eu apenas estávamos deitados, discutindo para onde iríamos.
-Gosto da Flórida.
-Ah não. Lá é muito quente.
-Você é toda fogosa, combina com lá. –Soquei seu braço
–Ahn.. Canadá?
-Não mesmo. Rick foi pra lá.
-Que é que tem?
-Ah, sei lá, cara. E lá é pequeno também. Não tem nada
demais. –Falei e Sebastian logo se deitou em cima de mim, me beijando.
-Você sabe que eu iria pra qualquer lugar com você, não
sabe? –Assenti, beijando-o novamente.
-Certo. Ahn..Vamos pra China amor. –Sebastian gargalhou –O
que? Não curte uma japonesa?
-Lá é a indústria dos pornôs.
-Eu serei a sua atriz. O que acha? –Fiz uma pose sexy e
Sebastian começou a rir de novo. –Certo, nem pensar.
-Eu tive uma ideia. –Olhei pra ele, prestando atenção. –A
gente vai pra Boston, e fica só uns dias lá. Meu pai não vai pra lá nem morto.
Tem toda nossa família que ele não fala lá e tal.
-Exatamente. Lá tem a NOSSA família.
-Ah, qual é Ariel. São só uns dias! A gente fica no seu
apartamento e resolve qual é o melhor lugar do que sair atirando logo pra um
lugar que nem sabemos direito!
-OK. –Suspirei –Quando vamos, Sebastian?
-Amanhã.
Um sorriso imenso surgiu no meu rosto.
-C.. Como assim amanha?
É claro que eu pensei que ele diria ‘’ah, semana que vem’’,’’pode
ser mês que vem?”’
-Amanhã, amanhã,ué. –Ele disse retribuindo meu sorriso.
Com certeza reparou o quanto fiquei eufórica.
-Mas e seu trabalho? Suas coisas?
-Meu trabalho já está fechado aqui. Pedi as contas hoje
mesmo. –Ergui a sobrancelha. Sebastian com certeza já tinha armado tudo. –E
bem, eu levo umas coisas como se fosse uma viagem mesmo. Não
quero levar
mudança. É uma vida nova, riel. É nossa vida.
-


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