#ResenhanaQuarentena Pra todos os garotos que já amei e para todos os apaixonados por romance clichê

terça-feira, 28 de abril de 2020

Oi, gente, tudo bem? 


Hoje venho trazer pra vocês o primeiro livro que comecei a ler na quarentena: pra todos os garotos que já amei e o quanto estou apaixonada nessa história (e no filme!). 

Sinopse: 


Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar. 

O livro 


O livro é um pouco grandinho, se não me engano, de 300 a 400 páginas. É um clichê. Precisamos admitir. É uma história completamente clichê, mas eu juro, você tem que ler. É tudo tão bem escrito, tão fofo, tão significativo. Eu sei lá, talvez porque eu escreva mais do que fale, e ame escrever cartas (e tenha me identificado completamente com a Lara Jean, menos na parte de escrever para meninos, eu escrevo pra todo mundo mesmo) eu me apaixonei por essa história.

O site Leitor compulsivo falou de uma forma perfeita e que me identifiquei sobre o livro, confira: 

"Apesar do fundo romântico, acho que o ponto chave da história, é a forma como a autora apresenta a relação com a família da protagonista. Com a partida da irmã mais velha, Lara Jean, precisa ocupar um espaço que antes não era dela e nesse ponto vamos acompanhando, através do medo e da insegurança, o amadurecimento de Lara com o desenrolar dos fatos.

Jenny Han é sensível, cuidadosa e nos apresenta a personagens extremamente envolventes e cativantes. Em tempos tão vazios de amor, cumplicidade e respeito, a autora nos entrega uma história de amor poderosa, mas vai além, nos mostrando a importância da família e de cada momento que vivemos. Entendemos que fatos inesperados nada mais são do que o próprio destino escrito." 

O interessante é que a história não é de uma menina americana, tornando isso mais clichê ainda. Não! A personagem é ásio-americana, com uma mãe coreana! A história faz referências à cultura do país asiático, outro ponto que atraiu a simpatia de parte do público. E o que descobri com minhas pesquisas depois de ler o livro foi que a atriz do filme nasceu no Vietnã e foi adotada ainda bebê pelos pais, um casal de americanos, o que a torna ásio-americana, que nem a personagem do livro. Incrível, né?!"

Crítica 

Como eu amo e acho super importante essa questão de representatividade,  ilustrada no livro, eu não poderia dar uma nota menor que 10. Amei o livro, a história, os personagens... 

Ps: O fato de terem colocado Noah no filme me deixou mais apaixonada ainda pela história, não vou mentir. 

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