Capítulo 5 - por que eu faria isso?

terça-feira, 28 de agosto de 2018

´´bom dia dorminhoca : )´´

´´VOCE ME ENGANOU,BABACA!´´

E em segundos já tinham2 ligações perdidas em meu celular.

-Que é, Paul? –Liguei de volta, irritada me levantando da cama.

-Que que eu fiz, cara? –Ele riu

-Hoje é sábado, seu idiota! Não trabalhamos hoje!

-Eu sei e daí?

-E daí que ontem a noite falou sobre trabalho! E vamos sair hoje.. E..

-E sim, você vai sair comigo querendo ou não.

-Vamos pra onde, Paul?

-Pro melhor lugar de Nova Orleans que você pode conhecer.

-

-Não acredito que me trouxe pra cá!

Eram 20h da noite de um sábado, estava frio, e onde eu estava com Paul?

Na praia.

-Gosto daqui. –Ele falou se sentando, e colocando 2 garrafas de Whisky ao seu lado.

2 garrafas.

D U A S.

-Eu não bebo, Paul, sério. –Falei me sentando ao lado dele e rejeitando a garrafa quando o mesmo me ofereceu

-Vai experimentar agora.

-Por que eu faria isso?

-Porque.. Porque, ah, cala a boca e experimenta logo, Jessie. –Suspirei e assim o fiz.

E era bom demais, caramba!

-Falei que ia gostar. –Paul disse, irônico, quando me viu já no 4ºgole.

-OK, e qual foi sua intenção de me trazer pra praia, me embebedar e descobrir meus piores segredos?

-Olha, pra ser sincero, hoje fazem 3 ou 4 dias que te conheci mas já sei o bastante sobre você, Jess. –fitei ele sem dizer nada –Como.. Você prefere trabalhar do que conversar com alguém porque não tem noção do quanto é bom ter uma companhia por perto.. Você me xinga quando está nervosa.. –Ri, revirando os olhos. –Você.. Fica linda quando sorri. –Paul falou se aproximando e eu não consegui recuar

E acabou acontecendo, o inevitável.

As mãos dele rapidamente foram parar ao redor de minha cintura e as minhas em sua nuca. Paul me deu um leve selinho que em segundos, se transformou em um longo beijo.

Ok, eu já namorei uma vez. E me decepcionei muito, muito mesmo. Mas.. O que eu senti com esse beijo, foi diferente. Foi algo que realmente mexeu comigo naquela noite. Mas antes que eu permitisse que Paul me deitasse e se deitasse em cima de mim, acabei dizendo:

-Idiota. –E o afastei, sem graça.

-Viu, eu disse. Está nervosa–Paul falou rindo e abraçando suas pernas (ele estava sentado).

-Não estou. –Falei rindo, sinicamente.

-Está.

-Não estou, é sério.

-Cala a boca, porque sei que está.

-Cala a boca você, retardado! –Ele ergueu a sobrancelha, como se dissesse ´´viu, eu disse´´. E eu apenas fiz sinal de que estava surpresa, rindo. –Como se eu não soubesse algo sobre você, né?


-Ah ta, e o que você sabe, ein? 

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