Oi, gente, tudo bem?
Tem um tempinho já que eu não posto mais resenhas aqui do que andei lendo, não é mesmo?
Não posso mentir, fiquei parada na leitura uns bons meses. E esse livro foi um dos que fiquei estagnada por um bom tempo: até decidir, de vez, começar a le-lo de verdade.
E quando peguei pra ler, preciso confessar que a leitura foi bem rápida.
Antes de começar a dar minha opinião sobre o livro, vou indicar para vocês um aplicativo novo que descobri, que me ajudou muito e me incentivou bastante na leitura: Bookly!
Nele, você coloca o livro que está lendo e ao começar a fazer uma sessão de leitura o app pode te acompanhar também. Assim, você ganha "prêmios" conforme avança sua leitura: por exemplo- "você leu durante 1 hora!", esse tipo de coisa.
O legal é que ao terminar o livro, o app junta todos esses dados e mostra numa imagem.
Olha como ficou a desse livro que vou contar um pouco para vocês:
Tem um tempinho já que eu não posto mais resenhas aqui do que andei lendo, não é mesmo?
Não posso mentir, fiquei parada na leitura uns bons meses. E esse livro foi um dos que fiquei estagnada por um bom tempo: até decidir, de vez, começar a le-lo de verdade.
E quando peguei pra ler, preciso confessar que a leitura foi bem rápida.
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Olha como ficou a desse livro que vou contar um pouco para vocês:
Legal, né?
Para quem não entendeu muito bem: ali mostra a quantidade de páginas lidas, o total do tempo lido durante o livro, velocidade de leitura das páginas, quantidade de páginas lidas por dia e minutos lidos por dia!
Bom, vamos ao que interessa!
Sinopse
O livro de memórias comovente, mas não sentimental, de Meredith Hall começa em 1965, quando ela engravida aos dezesseis anos. Desprovada por sua comunidade insular de New Hampshire, ela é expulsa da casa por sua mãe. Seu pai e madrasta relutantemente a aceitam, escondendo-a antes de finalmente bani-la completamente.
Depois de dar o bebê para adoção, Hall vagueia imprudentemente pelo Oriente Médio, onde sobrevive vendendo seus pertences e finalmente seu sangue. Ela retorna para a Nova Inglaterra e costura uma vida que envolve sua tristeza silenciosa e invisível.
Quando ele tem vinte e um anos, seu filho perdido a encontra. Hall descobre que ele cresceu em extrema pobreza com um pai abusivo - na cidade natal de seu pai. Sua reunião é terna, turbulenta e, finalmente, redentora.
Os pais de Hall nunca pedem perdão, mas à medida que envelhecem, ela lhes oferece seu amor. O que define Without a Map é o modo pelo qual a perda e a traição evoluem para a compaixão e a compaixão para a sabedoria.
O livro
Como dito anteriormente, o livro começa no ano de 1965, porém o tempo todo a autora vai no tempo futuro da personagem e volta, vai e volta.
Você, obviamente, acaba perdido de tempos em tempos sem saber mais se aquilo que está sendo dito se trata do passado ou do presente.
Os capítulos são bem grandes, e isso para mim, define um ponto negativo. Gosto de capítulos curtos e simples, sem muita enrolação: a autora já não curte esse tipo de texto. Trabalhou durante o livro com capítulos grandes, muitas descrições e muito drama.
No meio de tanto drama e tristeza, o que mais me chamou atenção foi como foi desenvolvida a parte em que a garota, ainda adolescente, fica grávida e é obrigada a dar o bebê para adoção e logo após, o livro mostra o quanto isso iria afetar sua vida.
Em tudo que já vi até agora (filmes, séries e até livros) sobre esse assunto, a personagem que engravidava não queria o bebê, dava para adoção e, na medida do possível, seguia sua vida. Não mostrava o quanto isso afetaria, de verdade, seu emocional e sua vida. Nesse livro, a autora fez questão de deixar isso bem claro: a personagem principal fica anos e anos pensando em como seria seu filho, e o quanto sente falta daquele bebê que precisou "abandonar".
Outro ponto importante é o quanto o relacionamento com os pais, principalmente na vida de um adolescente que ainda está numa fase de criar opiniões e personalidades, afeta a vida do jovem.
A personagem do livro tem um péssimo relacionamento com os pais (principalmente por eles terem a obrigado a dar seu bebê, é claro), mas durante a leitura do livro você percebe que tem mais ali.
"Eu vivi essa vida, e não importa o que os outros possam decidir sobre isso, devo reivindicar cada decisão como minha. Eu causei dano, falhei nas expectativas e obrigações do amor. Eu amei bem. O que eu faço a cada dia é levado dentro de mim até eu morrer. "
Crítica
Acredito que seria antiético da minha parte dizer simplesmente que um livro é ruim porque não me considero muito informada para ler ou entender sobre o tema.
O livro é bem dramático, pesado. Eu realmente comprei achando que seria um "romance light" e nada demais: mas me surpreendeu completamente.
É, definitivamente, um livro para ser não somente lido, mas compreendido, e aos poucos.
Se eu soubesse o que encontraria pela frente ao fazer sua leitura, talvez não tivesse o escolhido, sinceramente. Mas, em contrapartida, me fez ter esse novo olhar sobre diversas situações.
Indico para quem gosta de ler sobre o tema.



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