Não perdi 1 minuto. Desliguei meu celular, coloquei uma
jeans, meu sobretudo por cima do top que eu estava vestindo, não iria perder tempo
procurando camisa.
Calcei um salto mesmo, e fui ligando pro táxi enquanto
descia me ajeitando.
Ok, as 3 da manhã, Ariel sai a procura do seu príncipe-bêbado-desencantado.
O táxi rapidinho me deixou na rua, e graças a Deus, eu vi
Sebastian dentro de uma lanchonete que tinha na esquina, sentado, bem sonolento
pelo que percebi.
Entrei logo, e na mesma hora que ele me viu correu em
minha direção e me abraçou.
-Graças a Deus. –Sebastian sussurrou no meu ouvido –Não
sei o que seria de mim se eu tivesse me perdido aqui.
Eu ri um pouco, e assenti, beijando sua bochecha e me
afastando
-Vamos pra casa, vamos.
-Você não tem aula amanha? Ou hoje..
-É, minha casa é mais distante daqui. Você esta com a
chave da sua, não é? –Ele assentiu.
Sebastian jogou seu braço sobre meu ombro –que na verdade
foi mais pra se apoiar em mim, do que algo romântico –e fomos seguindo a pé mesmo
até seu apartamento.
Em 15 minutos, chegamos.
-Você me perdoa? –Sebastian falou quando entramos no
elevador. Céus, ele estava quase chorando de novo.
Eu não saberia o que fazer se esse homem todo começasse a
chorar novamente. Ainda mais na minha frente.
-Pelo o que, meu Deus?
-Eu disse coisas horrorosas que nem lembro mais, mas sei
que disse.. Eu.. Eu estava com raiva, e decepcionado com você.
-Conversamos quando você estiver melhor, ta? –Ele
assentiu, e veio se aproximando quando o elevador abriu as portas. –Vamos logo.
Saí, antes que ele começasse a me agarrar feito louco
dentro do elevador mesmo, e entramos logo no apartamento.
-Erick deve estar apagadíssimo. Isso se ele estiver em
casa. Ah, que seja. –Sebastian tomou minha frente e logo subiu pro seu quarto.
Fui atrás, olhando pela casa pra ver se Erick estava, e
quando passamos na porta do quarto dele, estava fechada. Com certeza ele estar
dormindo. Melhor não fazer barulho.
Eu já não gosto desse cara, arranjar um motivo pra ele não
gostar de mim não seria bom.
Sebastian entrou em seu quarto, e eu entrei atrás e fechei
a porta devagarzinho. Quando me virei, ele estava sentado na cama, tirando seus
sapatos e a jaqueta.
-Ah Sebastian..
Aproximei-me dele, segurando seu rosto com minhas duas
mãos, fazendo-o focar seus olhos nos meus. Ele estava bêbado, mas pelo menos, lúcido.
-Vamos fazer amor até todo o álcool do meu corpo sumir.
Até cada parte minha ficar completamente desgastada. –Em um golpe rápido, ele
me segurou, me jogou na cama e foi tirando sua camisa.
-Você é louco –Eu falei rindo, assim que comecei a tirar
meu sobretudo e minha camisa.
-Por tudo isso aqui. –Ele deslizou sua mão por meus seios,
barriga e minha coxa.
-É tudo só seu.
Eu sussurrei, minutos antes dele já se livrar de sua
calça, e a minha também.
Sebastian beijava meu pescoço, colo, e subia pra minha
boca. Ele estava perdido em mim. Perdido até no que estava fazendo.
Deslizei minha mão por seu abdômen –forte, definido e pans
–e senti certo volume em sua cueca.
Passei a mão por seu membro, o que fez ele
jogar a cabeça pra trás e gemer baixinho. Tirei logo
aquele pedaço de pano que
impedia nossa liberdade e antes que ele tirasse já minhas roupas intimas, completamente
ofegante, eu sussurrei em seu ouvido:
-Não faça barulho. –Apontei com a cabeça pro quarto de
Erick.
-Não me importo. –Nós dois rimos e ele rapidinho se livrou
de minhas roupas intimas,e estava em cima de mim, novamente, apalpando meus
seios enquanto me beijava. –Céus, você não é real, garota.
–Ele sussurrou com
sua boca colada na minha ainda.
Aqueles movimentos leves e sensuais de Sebastian me fazia
ficar entregue a ele, dos pés a cabeça,
como se eu fosse sua serva.
-


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