Capítulo 41 - não faça barulho

segunda-feira, 26 de novembro de 2018


Não perdi 1 minuto. Desliguei meu celular, coloquei uma jeans, meu sobretudo por cima do top que eu estava vestindo, não iria perder tempo procurando camisa.

Calcei um salto mesmo, e fui ligando pro táxi enquanto descia me ajeitando.

Ok, as 3 da manhã, Ariel sai a procura do seu príncipe-bêbado-desencantado.

O táxi rapidinho me deixou na rua, e graças a Deus, eu vi Sebastian dentro de uma lanchonete que tinha na esquina, sentado, bem sonolento pelo que percebi.

Entrei logo, e na mesma hora que ele me viu correu em minha direção e me abraçou.

-Graças a Deus. –Sebastian sussurrou no meu ouvido –Não sei o que seria de mim se eu tivesse me perdido aqui.

Eu ri um pouco, e assenti, beijando sua bochecha e me afastando

-Vamos pra casa, vamos.

-Você não tem aula amanha? Ou hoje..

-É, minha casa é mais distante daqui. Você esta com a chave da sua, não é? –Ele assentiu.
Sebastian jogou seu braço sobre meu ombro –que na verdade foi mais pra se apoiar em mim, do que algo romântico –e fomos seguindo a pé mesmo até seu apartamento.

Em 15 minutos, chegamos.

-Você me perdoa? –Sebastian falou quando entramos no elevador. Céus, ele estava quase chorando de novo.

Eu não saberia o que fazer se esse homem todo começasse a chorar novamente. Ainda mais na minha frente.

-Pelo o que, meu Deus?

-Eu disse coisas horrorosas que nem lembro mais, mas sei que disse.. Eu.. Eu estava com raiva, e decepcionado com você.

-Conversamos quando você estiver melhor, ta? –Ele assentiu, e veio se aproximando quando o elevador abriu as portas. –Vamos logo.

Saí, antes que ele começasse a me agarrar feito louco dentro do elevador mesmo, e entramos logo no apartamento.

-Erick deve estar apagadíssimo. Isso se ele estiver em casa. Ah, que seja. –Sebastian tomou minha frente e logo subiu pro seu quarto.

Fui atrás, olhando pela casa pra ver se Erick estava, e quando passamos na porta do quarto dele, estava fechada. Com certeza ele estar dormindo. Melhor não fazer barulho.

Eu já não gosto desse cara, arranjar um motivo pra ele não gostar de mim não seria bom.

Sebastian entrou em seu quarto, e eu entrei atrás e fechei a porta devagarzinho. Quando me virei, ele estava sentado na cama, tirando seus sapatos e a jaqueta.

-Ah Sebastian..

Aproximei-me dele, segurando seu rosto com minhas duas mãos, fazendo-o focar seus olhos nos meus. Ele estava bêbado, mas pelo menos, lúcido.

-Vamos fazer amor até todo o álcool do meu corpo sumir. Até cada parte minha ficar completamente desgastada. –Em um golpe rápido, ele me segurou, me jogou na cama e foi tirando sua camisa.

-Você é louco –Eu falei rindo, assim que comecei a tirar meu sobretudo e minha camisa.

-Por tudo isso aqui. –Ele deslizou sua mão por meus seios, barriga e minha coxa.

-É tudo só seu.

Eu sussurrei, minutos antes dele já se livrar de sua calça, e a minha também.

Sebastian beijava meu pescoço, colo, e subia pra minha boca. Ele estava perdido em mim. Perdido até no que estava fazendo.

Deslizei minha mão por seu abdômen –forte, definido e pans –e senti certo volume em sua cueca. 

Passei a mão por seu membro, o que fez ele jogar a cabeça pra trás e gemer baixinho. Tirei logo 
aquele pedaço de pano que impedia nossa liberdade e antes que ele tirasse já minhas roupas intimas, completamente ofegante, eu sussurrei em seu ouvido:

-Não faça barulho. –Apontei com a cabeça pro quarto de Erick.

-Não me importo. –Nós dois rimos e ele rapidinho se livrou de minhas roupas intimas,e estava em cima de mim, novamente, apalpando meus seios enquanto me beijava. –Céus, você não é real, garota. 
–Ele sussurrou com sua boca colada na minha ainda.

Aqueles movimentos leves e sensuais de Sebastian me fazia ficar entregue a ele, dos pés a cabeça, 
como se eu fosse sua serva.


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