-Eu já te
propus várias coisas, Elena. Eu já dei a chance pra que voce se decidisse logo,
já me declarei, e veja só.. Continuamos na mesma. Você sabe que o que a gente
pode fazer vai muito além de dar uns amassos escondidos por esse hospital.
-Você está
brincando, não é? –Dei uma falsa gargalhada –Isso foi errado! foi completamente
errado, e.. e.. Eu sei me controlar, ok?
Claro que
eu não sabia. Eu desejava aquele garoto até nos meus sonhos mais obscuros, eu
queria colar aquele corpo maravilhoso dele ao meu, queria poder beijá-lo até
perder o ar, mas eu queria tanto que o fato d'eu saber que era extremamente
errado, me fazia desejá-lo mais ainda.
-Ah, claro.
–Ele respondeu irônico. –Eu vi seu super auto-controle,a poucos segundos atrás.
E eu ainda perguntei, fui educado.
-Perguntou
o que, Pether? –Falei cruzando os braços
-“Diga não
se quiser que eu pare”, ué.
-E você teria
parado, por acaso? –Pether me olhou safado assim que eu disse. –Sabia.
-Você tem meu
numero, e se quiser consegue até arranjar meu endereço, ou eu mesmo posso te
levar pra minha casa. –Ele falou andando em direção a porta –Eu estarei sempre
disponível pra você, garota. Você pode muito mais do que ter um amasso rápido
em uma mesa de hospital.
-Que? –Comecei a
rir. –Que que eu posso ter mais do que isso, garoto?
-Uma noite inteira
com alguém que realmente te entende, porque passa pelas mesmas coisas todos os
dias. E sente, também. Alguém que não precisa mentir pra você, ou glorificar
sua doença, porque está na mesma. Alguém
que nem você, Elena.
E simplesmente
assentiu conforme eu fiquei em silencio, ainda sem saber o que dizer, saindo da
sala.
Eu estava
completamente ferrada com esse garoto.
-
Me perdoem pelo segundo capítulo ser tão curtinho!
Mas a partir daí começa a terceira e ultima parte da história, já estamos quase no finzinho.. pois é!
Espero que voces estejam gostando!
Besin, besin,
Giulia.


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